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A nova camisa da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 gerou controvérsia nesta segunda-feira (28.04), após imagens do uniforme serem divulgadas pelo site Footy Headlines. O motivo da reação negativa de muitos torcedores foi a cor vermelha, que rompe com a tradicional identidade visual do Brasil no futebol.
Segundo informações do portal Lance!, a peça já está em produção e recebeu o aval do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. A fornecedora Nike teria apresentado o modelo há cerca de um ano, em uma reunião no Rio de Janeiro. Como o contrato com a Confederação Brasileira de Futebol exige a definição dos uniformes com pelo menos dois anos de antecedência, o projeto já está em andamento.
Embora a mudança tenha gerado críticas, o uso da cor vermelha não infringe o Estatuto da CBF. O artigo 13, inciso 3, permite variações nos uniformes, desde que aprovadas pela diretoria. Além disso, há precedentes históricos: em 1917 e 1936, o Brasil já utilizou camisas vermelhas em partidas do Campeonato Sul-Americano.
Entretanto, a polêmica se intensificou após alguns internautas associarem a cor ao Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A semelhança com a bandeira do partido levantou suspeitas de conotação política, levando alguns críticos a acusarem a CBF de politizar o uniforme.
A reação dividiu opiniões. Enquanto parte dos torcedores vê a novidade como uma quebra de identidade nacional, outros defendem que a mudança faz parte da evolução visual da equipe brasileira. Até o momento, a CBF não se pronunciou oficialmente sobre o modelo ou sua possível utilização em jogos da Copa do Mundo de 2026.





