A Justiça do Amazonas suspendeu novamente a decisão que permitia o pagamento em dinheiro nos ônibus e terminais da cidade. A nova decisão, assinada pelo juiz Ronnie Stone da 1ª Vara da Fazenda Pública, invalida a liminar concedida no plantão judicial do último sábado (21), que havia liberado o uso de dinheiro em espécie.
A origem dessa polêmica está no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público do Amazonas, o Governo do Estado e a Prefeitura de Manaus, que determinou a exclusividade do pagamento digital a partir de 17 de junho. A justificativa principal é a segurança: reduzir assaltos e proteger passageiros e trabalhadores.
O vereador Rodrigo Guedes, que entrou com a ação para liberar o pagamento em dinheiro, não incluiu todos os signatários do TAC no processo — o que levou o juiz a considerar a petição incompleta. Agora, ele terá que corrigir isso se quiser seguir com a ação.
Enquanto isso, o Sinetram segue com o plano de digitalização: 14 linhas já operam exclusivamente com pagamento eletrônico, e o acesso aos terminais também está sendo adaptado para aceitar apenas cartões, QR Codes e pagamentos por aproximação.





